O porteiro pega dinheiro emprestado com um agiota e, como referência e garantia, dá o
número de telefone fixo da síndica do prédio onde trabalha.
Bom, o porteiro não pagou e não trabalha mais lá. O agiota segue ligando para a síndica,
que não tem nada com isso.
- Quem vai pagar meu dinheiro? Cadê o Gilson?
- Não trabalha mais aqui. Resolve com ele.
O aborrecimento começa aí. Comprar uma nova linha na Oi, com outro número, para ficar livre
do chato, custa R$ 45, mas dá trabalho. Tem lista de espera, talvez.
A Oi oferece um serviço chamado "troca de número". Melhor esse então, mas custa R$ 70,00. O dobro.
A cliente pede um desconto.
- Faz por R$ 45,00?
Eles não dão o desconto. Trocar o número custa R$ 70,00. Uma linha nova custa R$ 45,00.
Depois de muita conversa, decidem que não podem dar mesmo o desconto. Em troca, oferecem
um abono de 100,00 na conta por 10 meses.
É isso aí. Não arcaram com 45 Reais, mas deram 1000,00 em abono.
Caso fossem financeiramente mais inteligentes, não iam estar suando frio como andam suando.
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Quarta-feira, 17 de Junho de 2009
Mate seu mosquito como o Obama
Os links patrocinados pegam palavras-chave da notícia e colocam anúncios relacionados embaixo. É um sistema automático, que gera resultados engraçados de vez em quando.
Neste caso, a notícia já é curiosa, pois Obama ficou todo bobo como uma criança com sua astúcia ao matar um mosquito... e olhe os anúncios lá embaixo!

Neste caso, a notícia já é curiosa, pois Obama ficou todo bobo como uma criança com sua astúcia ao matar um mosquito... e olhe os anúncios lá embaixo!

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
É booomba
Os Estados Unidos fizeram um escândalo quando alegaram que o Iraque tinha armas de destruição em massa. Sadam respondeu que não tinha. Bush insistiu.
A pergunta é: invadiram porque acharam que iriam encontrar as tal armas, ou invadiram porque sabiam que não tinham mesmo?
Pense se a resposta tivesse sido diferente: “Sim, é verdade, temos sim.” Teriam invadido?
Esse é o caso da Coreia do Norte atual. Dizem estar reagindo à politica norte-americana. Sadam foi derrotado não porque tinha armas nucleares, mas porque não tinha.
Parece inexplicável a hostilidade dos norte-coreanos, mas estão protegidos de uma eventual invasão, como aconteceu no Iraque, pelo menos aparentemente. O discurso deles é interessante.
Se há pouco os Estados Unidos vociferavam, e davam seus “ataques de pelanca”, como se diz na linguagem popular, bradando “Vocês tem armas nucleares; vamos invadir.”, hoje a Coreia mostra a eles: “Nós temos armas nucleares, e aí?”
É com um usual ar cínico que Tio Sam diz: “Que absurdo, que hostilidade! Para que tanta violência?”
Ninguém quer ver testes com bombas pesadas no nosso planeta, vindo daquele povo sisudo, diferente e mal-encarado, mas é ainda mais atordoante enxergar essa violência como um ato de hostilidade descontextualizado e sem motivo.
Sem motivo, não é. Ninguém deve estar gostando, claro, mas, como dizem os estadunidenses, “they are watching their asses”.
A pergunta é: invadiram porque acharam que iriam encontrar as tal armas, ou invadiram porque sabiam que não tinham mesmo?
Pense se a resposta tivesse sido diferente: “Sim, é verdade, temos sim.” Teriam invadido?
Esse é o caso da Coreia do Norte atual. Dizem estar reagindo à politica norte-americana. Sadam foi derrotado não porque tinha armas nucleares, mas porque não tinha.
Parece inexplicável a hostilidade dos norte-coreanos, mas estão protegidos de uma eventual invasão, como aconteceu no Iraque, pelo menos aparentemente. O discurso deles é interessante.
Se há pouco os Estados Unidos vociferavam, e davam seus “ataques de pelanca”, como se diz na linguagem popular, bradando “Vocês tem armas nucleares; vamos invadir.”, hoje a Coreia mostra a eles: “Nós temos armas nucleares, e aí?”
É com um usual ar cínico que Tio Sam diz: “Que absurdo, que hostilidade! Para que tanta violência?”
Ninguém quer ver testes com bombas pesadas no nosso planeta, vindo daquele povo sisudo, diferente e mal-encarado, mas é ainda mais atordoante enxergar essa violência como um ato de hostilidade descontextualizado e sem motivo.
Sem motivo, não é. Ninguém deve estar gostando, claro, mas, como dizem os estadunidenses, “they are watching their asses”.
Prostituição de mercado
A Pizza Hut está oferecendo um desses chamados cartões de fidelidade, por R$ 45,00, que dá direito a uma pizza grátis e desconto de 40% nas próximas 12 pizzas compradas em até 3 meses.
Esses cartões lembram-me postos de gasolina, situados em um mercado de commodity, que buscam a preferência do consumidor e manutenção de clientes por meio de vantagens adicionais oferecidas, como descontos, promoções etc.
Essa troca de vantagens por frequencia de consumo é chamada de prostituição de mercado, e não fidelidade. O consumidor não é fiel, pois, ao encontrar benefício maior ligado a outra marca, fará a mudança.
O cliente que estiver “preso” ao supermercado, pizzaria, companhia aérea ou outra empresa por conta de vantagens de cartão, cupom etc. terá um compromisso com a marca pelo interesse, digamos assim. É como um casamento por conveniência.
Ele é fiel à marca quando sua relação vai além dessas vantagens adicionais oferecidas, com vínculos emocionais ou razões ligadas ao valor do serviço e/ou produto.
Há gente que só confia em Sony para eletrônicos. Existem aqueles que só compram Volks, ou Ford. Ganhar descontos em shows pode não ser suficiente para a Britânia seduzir o cliente "casado" com a Sony e prejudicar o relacionamento. No entanto, 1 ano de combustível grátis poderia fazer um fã de Gol comprar um Corsa.
É fato que dificilmente poderemos botar a mão no fogo pela fidelidade do consumidor, que poderá ser atraído a outra marca em função de vantagens, mas não devemos confundir prostituição de mercado com fidelidade.
Abastecer no Ipiranga para ganhar pontinhos e trocá-los por um escorredor de macarrão no fim do mês, ou consumir de novo na Pizza Hut para levar sobremesa de graça para casa não é ser fiel à marca.
Esses cartões lembram-me postos de gasolina, situados em um mercado de commodity, que buscam a preferência do consumidor e manutenção de clientes por meio de vantagens adicionais oferecidas, como descontos, promoções etc.
Essa troca de vantagens por frequencia de consumo é chamada de prostituição de mercado, e não fidelidade. O consumidor não é fiel, pois, ao encontrar benefício maior ligado a outra marca, fará a mudança.
O cliente que estiver “preso” ao supermercado, pizzaria, companhia aérea ou outra empresa por conta de vantagens de cartão, cupom etc. terá um compromisso com a marca pelo interesse, digamos assim. É como um casamento por conveniência.
Ele é fiel à marca quando sua relação vai além dessas vantagens adicionais oferecidas, com vínculos emocionais ou razões ligadas ao valor do serviço e/ou produto.
Há gente que só confia em Sony para eletrônicos. Existem aqueles que só compram Volks, ou Ford. Ganhar descontos em shows pode não ser suficiente para a Britânia seduzir o cliente "casado" com a Sony e prejudicar o relacionamento. No entanto, 1 ano de combustível grátis poderia fazer um fã de Gol comprar um Corsa.
É fato que dificilmente poderemos botar a mão no fogo pela fidelidade do consumidor, que poderá ser atraído a outra marca em função de vantagens, mas não devemos confundir prostituição de mercado com fidelidade.
Abastecer no Ipiranga para ganhar pontinhos e trocá-los por um escorredor de macarrão no fim do mês, ou consumir de novo na Pizza Hut para levar sobremesa de graça para casa não é ser fiel à marca.
Sexta-feira, 8 de Maio de 2009
Botafogo X Vasco tem atraído o 4
Estava vendo o retrospecto dos jogos do Botafogo contra o Vasco e notei coisas interessantes. Dizem que nosso freguês nunca ganhou uma final do Botafogo, mas isso é quase verdade. O Vasco venceu uma decisâo: Taça Guanabara de 65 (vitória por 2 a 0).
Pelo retrospecto do site NetVasco, foram 5 decisões, mas deve haver mais. Ei-las:
3X1 no Carioca de 48
0x2 na Guanabara de 65
4X0 no Carioca de 68
1X0 no Carioca de 90
1X0 no Carioca de 97
Faltou uma, que eu lembro:
1X0 na Taça Guanabara de 97
Há outra curiosidade interessante, que é o grande número de jogos com 4 gols nos últimos anos. Começou devagar, com a goleada de 4X0 do Vasco sobre o Botafogo no Brasileiro de 2004. O Botafogo devolveu um 4X1 dois anos depois. Em 2007, foram dois seguidos:
4x4 na semifinal do Carioca de 2007. Vitória do Botafogo por 4X1 nos pênaltis.
4X0 no Brasileiro de 2007.
Em 2009, mais dois seguidos, no Carioca de 2009:
1X4
4X0
Esses mais recentes estão na memória, mas os dados antigos são do NetVasco.
Pelo retrospecto do site NetVasco, foram 5 decisões, mas deve haver mais. Ei-las:
3X1 no Carioca de 48
0x2 na Guanabara de 65
4X0 no Carioca de 68
1X0 no Carioca de 90
1X0 no Carioca de 97
Faltou uma, que eu lembro:
1X0 na Taça Guanabara de 97
Há outra curiosidade interessante, que é o grande número de jogos com 4 gols nos últimos anos. Começou devagar, com a goleada de 4X0 do Vasco sobre o Botafogo no Brasileiro de 2004. O Botafogo devolveu um 4X1 dois anos depois. Em 2007, foram dois seguidos:
4x4 na semifinal do Carioca de 2007. Vitória do Botafogo por 4X1 nos pênaltis.
4X0 no Brasileiro de 2007.
Em 2009, mais dois seguidos, no Carioca de 2009:
1X4
4X0
Esses mais recentes estão na memória, mas os dados antigos são do NetVasco.
Quarta-feira, 29 de Abril de 2009
Diferença entre agnosticismo e ateísmo
Agnóstico: não conhece a verdade, não sabe se Deus é real ou não.
Ateu: acredita que Deus não existe.
Acreditar que não existe não é o mesmo que não acreditar que existe.
1. Acredita que pode existir = acha que é possível, mas não sabe.
2. Acredita que existe = pensa que existe.
3. Não acredita que possa existir = não acredita que existe, pensa que não existe.
Os agnósticos podem afirmar tanto que não sabem sobre a existência de Deus quanto que não é possível saber sobre a existência de Deus.
Ateu: acredita que Deus não existe.
Acreditar que não existe não é o mesmo que não acreditar que existe.
1. Acredita que pode existir = acha que é possível, mas não sabe.
2. Acredita que existe = pensa que existe.
3. Não acredita que possa existir = não acredita que existe, pensa que não existe.
Os agnósticos podem afirmar tanto que não sabem sobre a existência de Deus quanto que não é possível saber sobre a existência de Deus.
Quinta-feira, 9 de Abril de 2009
Nesse spam, eu confio !!!
Olha só esse, la garantia soy yo.
É isso aí... deixa eu voltar para a caixa de mensagens, porque parece que compraram um notebook com meu cadastro lá no submarino :)
Estimado amigo,
somos un mayorista electrónico internacional en Shangai de China, nuestros productos son completamente nuevas y originales.
Sobre todo, nos vende toda clase de productos digitales, tales como iPod, ordenador portátil, TV LCD, cámara, GPS, ps3, móviles, motocicletas, etc.
Si usted está interesado, por favor venga a nuestra página web para echar un vistazo.
Si a usted le gustaría para algunos de ellos, póngase en contacto con nosotros. Gracias.
É isso aí... deixa eu voltar para a caixa de mensagens, porque parece que compraram um notebook com meu cadastro lá no submarino :)
Terça-feira, 31 de Março de 2009
O barato que sai caro - carros coreanos de papel
Teste de resistência. Vi na Quatro-Rodas.
Classificação “Bom”:
Volkswagen Tiguan
Subaru Forester
Honda Element
Jeep Patriot
Classificação “Aceitável”:
Suzuki Grand Vitara
Chevrolet Equinox
Pontiac Torrent
Toyota RAV4
Nissan Rogue
Mitsubishi Outlander
Classificação “Regular”:
Honda CR-V
Ford Escape
Mazda Tribute
Mercury Mariner
Classificação “Ruim”:
Kia Sportage
Hyundai Tucson
Terça-feira, 24 de Março de 2009
Os Kava-Kava da Ilha de Páscoa.
Ganhei, vindo da Ilha de Páscoa, um chaveiro de Kava-Kava. O bonequinho é assustador para uns,
mas o vejo como um gárgola para espantar maus espíritos. Está na chave do carro e me dá proteção.
Meu Kava-Kava é mais um apetrecho global, para mim, mas tem seu significado na cultura local.
Por isso, fui buscar algumas referências na rede mesmo, mas vou pesquisar mais um pouco nos livros também.
Descobri, até aqui, que o meu amigo Kava-Kava é um espírito Moai, dos "Hanau epe", segundo a volátiil Wikipedia. Pelo que parece,
essas grotestas figuras, esculpidas em madeira, foram encontradas na Ilha de Pascoa, mesmo sendo a madeira um recurso raro
na localidade.
Nosso amiguinho, muito bem esculpido em pinho de Toromiro (Shophora toromiro, típico da ilha), represenataria os ancestrais,
com cavanhaque, costelas à mostra, pênis idem, mas tem menina também. Os Kava-Kava do gênero feminino são bem mais raros,
mas de fato as mulheres não deviam ter muita projeção naquela sociedade, que não contava com shopping center e cartões de
crédito.
* "Hanau epe" seria um povo que chegara à ilha, talvez vindos da América do Sul, mas também se questiona se não seriam
eles os originais habitantes. Nesse caso, os polinésios teriam chegado depois.
Bom, isso foi o pouco mais que descobri sobre meu cramulhãozinho, do post anterior à matéria do Simão (o chaveiro da foto, dois posts abaixo).
mas o vejo como um gárgola para espantar maus espíritos. Está na chave do carro e me dá proteção.
Meu Kava-Kava é mais um apetrecho global, para mim, mas tem seu significado na cultura local.
Por isso, fui buscar algumas referências na rede mesmo, mas vou pesquisar mais um pouco nos livros também.
Descobri, até aqui, que o meu amigo Kava-Kava é um espírito Moai, dos "Hanau epe", segundo a volátiil Wikipedia. Pelo que parece,
essas grotestas figuras, esculpidas em madeira, foram encontradas na Ilha de Pascoa, mesmo sendo a madeira um recurso raro
na localidade.
Nosso amiguinho, muito bem esculpido em pinho de Toromiro (Shophora toromiro, típico da ilha), represenataria os ancestrais,
com cavanhaque, costelas à mostra, pênis idem, mas tem menina também. Os Kava-Kava do gênero feminino são bem mais raros,
mas de fato as mulheres não deviam ter muita projeção naquela sociedade, que não contava com shopping center e cartões de
crédito.
* "Hanau epe" seria um povo que chegara à ilha, talvez vindos da América do Sul, mas também se questiona se não seriam
eles os originais habitantes. Nesse caso, os polinésios teriam chegado depois.
Bom, isso foi o pouco mais que descobri sobre meu cramulhãozinho, do post anterior à matéria do Simão (o chaveiro da foto, dois posts abaixo).
Quinta-feira, 19 de Março de 2009
Eternamente Simão
Você sabia que...
Florianópolis é assim chamada em homenagem ao marechal Floriano Peixoto, cujas forças comandadas venceram a resitência local ao novo regime de governo quando surgiu a república?
Enfim, é isso. Acabou o post.
Enfim, é isso. Acabou o post.
Quarta-feira, 18 de Março de 2009
Beabá - mudanças nas poupanças
Uma grande coincidência, mas foi só o Collor assumir em Brasília para o governo anunciar que vai mexer nas cadernetas de poupança.
Mas uma coisa não tem a ver com a outra.
Na verdade, o problema tem a ver com a crise, que mudou o cenário para as aplicações de risco maior, como investimentos em ações. A queda da Selic, por sua vez, afetou as aplicações em renda fixa.
Clube de investimentos, ações, aplicações de renda fixa e sei lá mais o quê... quem confia em quê? Se o mercado financeiro já é arriscado, ainda mais para os não experts, para onde se corre?
Pois é isso aí. Tirando o caso do Collor - não esse grisalho agora, mas aquele antigo lá do Jet Ski -, não há risco. Poupança é o bom, bonito e barato.
Então, com essa crise toda, melhor não arriscar. Onde colocar o dinheiro? O governo teme que haja uma consequente concentração de investimentos em poupança. Agora, vejamos o seguinte:
Operações A, B, C, D etc. ---> financiadas pelo dinheiro das popupanças.
Operações E, F, G, H etc. ---> financiadas pelos fundos de investimento.
Se existir muito dinheiro nas poupanças e pouco nos outros fundos, o corolário desse desequilíbrio será muito recurso para as operações que são financiadas pela poupança, ao mesmo tempo que faltará capital para as operações que são financiadas pelos outros fundos. Vale comentar também que os fundos são compradores de títulos da dívida da União.
Assim, a ideia é simples: reduzir o retorno com poupança, especialmente para grandes investidores, para não deixá-la tão mais atraente que os demais investimentos, e assim assegurar certo capital aplicado nos fundos.
Bom, na verdade, eu não sei, mas foi o que o moço da Gazeta Mercantil explicou. :)
Mas uma coisa não tem a ver com a outra.
Na verdade, o problema tem a ver com a crise, que mudou o cenário para as aplicações de risco maior, como investimentos em ações. A queda da Selic, por sua vez, afetou as aplicações em renda fixa.
Clube de investimentos, ações, aplicações de renda fixa e sei lá mais o quê... quem confia em quê? Se o mercado financeiro já é arriscado, ainda mais para os não experts, para onde se corre?
Pois é isso aí. Tirando o caso do Collor - não esse grisalho agora, mas aquele antigo lá do Jet Ski -, não há risco. Poupança é o bom, bonito e barato.
Então, com essa crise toda, melhor não arriscar. Onde colocar o dinheiro? O governo teme que haja uma consequente concentração de investimentos em poupança. Agora, vejamos o seguinte:
Operações A, B, C, D etc. ---> financiadas pelo dinheiro das popupanças.
Operações E, F, G, H etc. ---> financiadas pelos fundos de investimento.
Se existir muito dinheiro nas poupanças e pouco nos outros fundos, o corolário desse desequilíbrio será muito recurso para as operações que são financiadas pela poupança, ao mesmo tempo que faltará capital para as operações que são financiadas pelos outros fundos. Vale comentar também que os fundos são compradores de títulos da dívida da União.
Assim, a ideia é simples: reduzir o retorno com poupança, especialmente para grandes investidores, para não deixá-la tão mais atraente que os demais investimentos, e assim assegurar certo capital aplicado nos fundos.
Bom, na verdade, eu não sei, mas foi o que o moço da Gazeta Mercantil explicou. :)
Terça-feira, 17 de Março de 2009
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